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ADAPTAÇAO ESCOLAR E BULLYNG

ADPTAÇÃO ESCOLAR E BULLYNG


A contagem regressiva para a volta às aulas já começou e muitos pais torcem para que os filhos se deem bem na escola. “A primeira coisa é se preocupar com a adaptação escolar. A criança tem que sentir que não está sozinha no desafio de encarar um novo ano”, afirma a educadora Andrea Ramal.
Segundo a especialista, é possível aproveitar os últimos dias de férias para tentar ajustar o ritmo, seja acordando um pouco mais cedo ou organizando o material escolar. A recomendação vale para crianças de todas as idades. “A fase do pré-escolar é a mais importante. Crianças que fizeram um bom pré-escolar dificilmente repetem de ano ao longo da vida”, 
Seu filho vai à escola pela primeira vez. É normal que isto gere um misto de alegria e ansiedade, pois tudo aquilo que é novo e desconhecido é sempre encarado como um desafio e, no caso do período escolar, é um desafio para a criança, para os pais e para a escola. Como você pode ajudar a criança nesta nova socialização de sua vida?
Veja aqui algumas dicas:



1. Antes de mais nada, sentir confiança na escola que seu filho irá estudar é imprescindível. Antes de matriculá-lo procure ver se o método adotado corresponde às suas expectativas e crenças.

2. Muitos pais se perguntam qual a idade ideal para colocar seus filhos na escola. Alguns começam cedo, já no berçário e outros só após os dois anos. Isto deve variar conforme a necessidade e o modo de pensar dos pais. É certo que com três anos a criança já saberá expressar muito melhor suas necessidades, já não estará usando fraldas, mas não há problemas se a criança iniciar mais cedo, contanto que ela esteja bem adaptada. Você se surpreenderá com seu desenvolvimento.

3. É importante que você leve seu filho para conhecer a escola antes de iniciar as aulas. Mostre a ele as novidades, leve-o ao parquinho, à sala de aula, ao auditório, à quadra e em cada lugar vá explicando como vai ser bom e as coisas legais que ele vai fazer como jogar bola, pintar, desenhar, fazer colagem, aprender músicas etc.

4. Mostre o material como uniforme, lancheira, copinho etc, para que ele já se sinta parte integrante da escola.

5. Você deverá se programar para ficar na escola no período de sua adaptação. Para a criança, todos são estranhos e você será o suporte, o apoio.  Lembre-se, porém, de não interferir nas atividades da professora. De preferência fique do lado de fora da sala e apareça de vez em quando. Vá espaçando este tempo até sentir que ele realmente não sentirá mais sua ausência.

6. Para o lanche procure enviar a quantidade que seu filho costuma comer e o que ele gosta. Envie sempre duas opções de lanche, pois ele irá reparar no lanche variado dos coleguinhas. Não envie refrigerantes, nem sucos, pois estes últimos perdem seu valor calórico após um período. Prefira que ele beba água ou um iogurte, ou leite achocolatado para acompanhar.

7. Se seu filho ainda usa fralda, não esqueça de mandar fraldas descartáveis e roupa extra. Normalmente a escola incentiva na retirada das fraldas levando todas as crianças em um dado momento ao banheiro. Mesmo assim, é normal que a criança urine e suje a roupa nesta fase.

8. Interesse-se pelas novidades que ele irá contar ao chegar em casa, tais como: aniversários, atividades, teatrinho, parque, pintura, hora do lanche, etc.

9. Procure sempre estar presente nas apresentações. Ele se sentirá orgulhoso. Leve máquina, filmadora e tudo que você, como mãe e pai corujas, têm direito. Não se envergonhe disto, pelo contrário, faça questão de mostrar a seu filho que você está sempre presente.

10. É normal que, mesmo a criança adaptando-se com facilidade, tenha uma recaída depois, seja porque um coleguinha o está incomodando, seja porque voltou de férias ou qualquer outro motivo. Neste caso, procure verificar o que está acontecendo e lhe dar muito apoio, conversando bastante. Se o caso for muito grave do tipo ele fazer escândalo para não ir à escola, procure ir junto, fazendo uma readaptação até ele se sentir seguro, mas não o tire da escola a não ser que o problema seja com a escola, aí sim é melhor trocar.


                                                 Atenção!

  Não desista na primeira dificuldade. Muitos pais se sensibilizam com a resistência dos filhos à adaptação escolar e acabam retardando este momento. Não aconselho isto. O ideal é que você esteja ao lado dele e converse muito. O que você deve ter em mente é que estará preparando seu filho para conviver em sociedade, aprendendo a compartilhar, a ter limites, além de aprender o que todos esperam: a ler e escrever.
 Fique de olho ele existe Bullyng


É um fenômeno devastador, podendo vir a afetar a auto-estima e a saúde mental dos adolescentes, assim como desencadear problemas como anorexia, bulimia, depressão, ansiedade e até mesmo o suicídio. Muitas crianças vitimas do bullying desenvolvem medo, pânico, depressão, distúrbios psicossomáticos e geralmente evitam voltar a escola quando esta nada faz em defesa da vitima.
Lopes Neto (2005) destaca, além do caráter repetitivo do bullying, encontrado em Fante (2005) e em muitos outros pesquisadores, também tem o seu caráter intencional e sem motivação evidente, assim como a desigualdade de poder entre os envolvidos. Para o autor, o bullying.
Compreende todas as atividades agressivas intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, sendo executados dentro de uma relação desigual de poder. Essa assimetria de poder associada ao bullying pode ser conseqüente da diferença de idade, tamanho, desenvolvimento físico ou emocional, ou do maior apoio dos demais estudantes (LOPES NETO, 2005 p.165).
O bullying se manifesta através de insultos, intimidações, apelidos cruéis, gozações que magoam profundamente, acusações injustas, tomar pertences, meter medo, atuação de grupos que hostilizam, ridicularizam e infernizam a vida de outros alunos, levando-os à exclusão, além de danos físicos, morais e materiais, que segundo Fante (2005, p.29), “é um comportamento cruel e intrínseco das relações interpessoais, em que os mais fortes convertem os mais frágeis em objetos de diversão e prazer, através de brincadeiras que disfarçam o propósito de maltratar e intimidar”

Familia sua importancia
Consideramos que os pais (famílias) tenham mais participação no ambiente escolar, que sejam próximos de seus filhos para abordarem e serem capazes de identificar esse processo de bullying. No tocante as alternativas de enfrentamento ao bullying escolar, Pereira (2009) que o primeiro passo é que a comunidade escolar tome consciência da existência e comece a buscar métodos para eliminá-lo. Guareschi e Silva (2008) relatam que uma das alternativas para o enfrentamento da violência ou do fenômeno Bullying é a informação e a formação dos alunos para um despertar para a cidadania. Desse modo é preciso avançar neste propósito, pois não adianta a escolar propor terapia aos alunos vitimizados se não se dispõe também um programa de prevenção a este tipo de violência.
Professores
Quanto aos professores, Fante e Pedra (2008) destacam que estes têm um papel importante na prevenção, estes autores aconselham que os professores:
• Observe com atenção o comportamento dos alunos, dentro e fora de sala de aula, e perceba se há quedas bruscas individuais no rendimento escolar.
• Incentive a solidariedade, a generosidade e o respeito às diferenças através de conversas, trabalhos didáticos e até de campanhas de incentivo à paz e à tolerância.
• Desenvolva, desde já, dentro de sala de aula um ambiente favorável à comunicação entre alunos.
• Quando um estudante reclamar ou denunciar o bullying, procure imediatamente a direção da escola.
• Muitas vezes, a instituição trata de forma inadequada os casos relatados. A responsabilidade é, sim, da escola, mas a solução deve ser em conjunto com os pais dos alunos envolvidos.

Nas afirmativas de Fante (2008, p. 02) “as ferramentas mais eficazes para ensinar regras de convivência saudável aos filhos são o afeto incondicional, o diálogo e as atividades educativas, como jogos esportivos, aulas de arte e ações solidárias”, ou seja, a família deve investir nas crianças e jovens valores de respeito ao próximo e não violência.
Além de que as escolas devem dispor de profissionais que possuam habilidades específicas e técnicas que podem ser facilitadoras para a implantação de estratégias de prevenção e combate à ocorrência de violências no espaço escolar, dentre elas, a valorização dos integrantes da comunidade escolar, a possibilidade da abertura de um canal de expressão para alunos, professores, técnicos, familiares e outros, na qual favoreça o diálogo e a difusão de uma cultura de e para a paz.

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